CRISE GLOBAL & PERSPECTIVAS DO MERCADO DE Não é um exercício fácil fazer previsões no mundo globalizado em que vivemos, quando os acontecimentos se sucedem com tal velocidade que mal temos tempo de respirar. O grande economista John Galbraith dizia que os economistas fazem previsões não por seu saber, mas porque são perguntados. RICARDO AMORIM CEO da Concórdia Asset Management e apresentador do Manhattan Connection Ricardo Amorim é formado em economia pela USP, com pós-graduação em Administração e Finanças Internacionais pela E.S.S.E.C. (École Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales) de Paris. Trabalha desde 1992 no mercado financeiro como economista e estrategista de investimentos. Morou e trabalhou nos Estados Unidos e atualmente tem sua base em São Paulo. Depois de oito anos em Nova Iorque, ele retorna ao Brasil como CEO da Asset Management da Concórdia Corretora. Em Nova Iorque atuou como diretor de estratégia para mercados emergentes do banco alemão WestLB, tendo antes trabalhado na consultoria IDEAglobal e no banco francês BNP Paribas. É também, desde 2003, comentarista do programa semanal de economia, poliítica e variedades “Manhattan Connection”, do canal à cabo GNT, da Globosat. por Ana Borges e Ronnie Nogueira RELAÇÕES COM INVESTIDORES
APÓS A CRISE DE 2008 Estudei os resultados da excelente pesquisa “Tendências Globais em Relações com Investidores” realizada em novembro de 2008 pelo NIRI (National Investor Relations Institute, dos EUA) em conjunto com o The Bank of New York Mellon e que envolveu 270 companhias, representando 42 países. O relatório de análise da pesquisa confirma que a volatilidade nos mercados financeiros provocada pela crise econômica de 2008 já teve um impacto mensurável nas práticas de comunicação de Relações com Investidores. Sinais desta tendência já estão sendo captados no exterior. por José Marcos Treiger Adicionalmente, como nos anos anteriores, a pesquisa NIRI / BNY Mellon de 2008 deu às Companhias de capital aberto uma série de dados valiosos, identificando as melhores práticas corporativas de RI. Também ofereceu ferramentas para “benchmarking” e bases para comparações entre os esforços empreendidos e os recursos alocados por várias empresas globalmente. A BOA COMUNICAÇÃO Na atual crise nos mercados financeiros globais as empresas e os seus executivos de Relações com Investidores estão sendo desafiados mais do que nunca a tomarem as melhores medidas e a determinarem as informações que os investidores necessitam para gerir suas carteiras. por William F. Mahoney A SUSTENTÁVEL Muitos produtos com um belo design têm, de fato, em sua fabricação,processos nem tão belos assim. Atualmente, para cada tonelada de produtos vendidos, são produzidas 30 toneladas de lixo. Seis meses depois, 98% desses produtos também serão descartados. Para quem pensa que esse papo de sustentabilidade é complexo demais ou significa apenas apagar a luz ao sair da sala, seguem algumas dicas. por Rodrigo Rodrigues A CULTURA DAS MARCAS Em situações de crise econômica, como a que estamos vivendo atualmente, criam-se oportunidades para o aumento nas operações de Fusões e Aquisições. As dificuldades encontradas na pós-aquisição – entre os colaboradores, por exemplo – é o tema de uma grande quantidade de obras. CRISE, GOVERNANÇA E SUSTENTABILIDADE: A ética pode ser definida como sendo um conjunto de preceitos sobre o que é moralmente certo e errado, mas isso não é tudo: ética é a reflexão sobre a validade de uma linha de conduta, implicando regras - ou regras do jogo - que não se impõem de fora para dentro, mas que emergem do indivíduo ou do grupo de indivíduos que com elas se identificam. A SUSTENTABILIDADE por Roberto Gonzalez Antes, temos que analisar se o momento atual é o fim de uma onda, ou se os valores e princípios estarão vivos nas estruturas empresariais. Fatos recentes na data da concepção deste artigo:
REMUNERAÇÃO INDIVIDUAL DOS ADMINISTRADORES: por Lucas Medeiros Apresentamos a seguir argumentos adicionais para tentar elucidar o debate e, no processo, argumentar que a CVM deveria exigir que as companhias abertas (listadas em bolsa) publiquem a remuneração individual de seus administradores. VALOR ECONÔMICO Com uma carteira de mais de 400 empresas que veiculam publicidade legal em suas páginas, o jornal Valor Econômico - lançado em 2000 - resolveu criar um produto inédito para oferecer a essa enorme clientela: Comunicação Corporativa. XBRL: SEC APRESENTA MUDANÇA NA DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS
Depois de muita espera por parte do mercado financeiro, a Securities Exchange Commission publicou a Final Rule 33-9902, que dispõe sobre a XBRL - a nova forma de divulgação de demonstrativos financeiros junto ao órgão. Em 30 de Janeiro de 2009, a SEC finalmente apresentou uma regulação de mais de 200 páginas visando, além de apresentar novas regras e prazos para instituição da nova técnica, expor as razões pelas quais a sua implementação trará benefícios para todos os participantes do mercado. por Ross Kaufman e Bianca Polacchini XBRL é a sigla para eXtensible Business Reporting Language, que possibilitará a interação entre dados financeiros das empresas reguladas pela SEC. De acordo com um calendário de implementação, as empresas passarão a divulgar seus demonstrativos financeiros por meio de um software que possibilitará tal interatividade. THE BANK OF NEW YOR MELLON
DIVULGA PESQUISA The Bank of New York Mellon divulgou recentemente a quinta edição da pesquisa “Tendências Globais em Relações com Investidores”. O estudo contou com a participação de 270 companhias abertas de 42 países. por Jennifer Almeida Pela primeira vez foram ouvidas empresas norte-americanas e canadenses, clientes do banco e ao mesmo tempo membros do NIRI - National Investor Relations Institute, associação nacional dos profissionais de Relações com Investidores dos Estados Unidos. Nuno da Silva, diretor-geral de ADR para América Latina do The Bank of New York Mellon, explica que o motivo de ampliar o escopo da pesquisa foi oferecer abordagem global e representativa das empresas. “Estatisticamente melhora os dados do estudo, por exemplo, no primeiro ano (2004) tivemos 35 empresas que responderam e nessa edição foram 270 companhias, o que amplia a abrangência da pesquisa”, diz Nuno da Silva. ASSEMBLÉIA NA WEB
AMPLIA GOVERNANÇA A plataforma tecnológica de serviços desenvolvida pela FIRB - Financial Investor Relations para assembléias de acionistas promete um salto em governança corporativa no Brasil já a partir da próxima safra. por Ronnie Nogueira OBAMA & A REMUNERAÇÃO
DOS EXECUTIVOS As restrições impostas pelo presidente Barack Obama sobre a remuneração e outros benefícios pagos aos executivos dos bancos que receberem ajuda do governo americano poderão ter um efeito mais amplo sobre todas as empresas. Mesmo sem uma legislação específica, a concessão de voto aos acionistas sobre a remuneração executiva deverá ser considerada pelos conselhos das empresas. Mesmo antes da crise, já existia um clima para que os acionistas opinassem sobre tais compensações. Numa carta aberta, Timothy Smith, vice-presidente sênior da Walden Asset Management, prevê uma maior adesão das empresas a essa prática. ONDE ESTÃO OS GURUS?
Faça isso! Faça aquilo! Invista em ações! Retire seu dinheiro! Façamos projeções! Quem já não viu, ouviu ou esteve presente em várias situações nas quais os “Grandes Gurus” do mercado estavam presentes?por Marcos Tonin Gurus que falavam sobre investimentos, prosperidade, administração, marketing e finanças, que explicavam suas lindas e complexas teorias da receita para o sucesso e bom andamento das atividades de sua empresa e carreira, que por alguns instantes informavam quais os próximos passos de crescimento, investimento e escolhas. |
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