O VALOR DAS RELAÇÕES COM INVESTIDORES O principal objetivo das relações com investidores é otimizar o entendimento da empresa pela comunidade de investimentos. O LÍDER APRENDIZ EM MOMENTOS DE INCERTEZA Ao falar em líder, temos a tendência de imaginá-lo como uma figura imponente e de nível muito superior aos demais. De fato, para exercer essa função, é fundamental que se tenha um conhecimento empresarial diferenciado e, principalmente, saiba influenciar e mobilizar pessoas para alcançarem um propósito. No entanto, esse profissional não está isento de cometer erros e de ter dúvidas no momento de tomar uma decisão importante. Por essa razão, quem se destaca é aquele que podemos chamar de “Líder Aprendiz”. por Carlos Cruz VALOR DE MARCA
Uma abordagem que considera os diversos métodos de avaliação de marca para minimizar o risco da decisão. por Eduardo Tomiya Com tantos casos de utilização de Valor da Marca para suporte a operações de Fusão e Aquisição (MARCA como um dos ativos intangíveis da organização), securitizações (MARCA como garantia de empréstimos) e joint-ventures, cremos que é importante mostrar que, talvez a melhor maneira de abordar o tema, é utilizando alguns métodos complementares. Ou seja, este artigo não tem o objetivo de criticar nenhuma metodologia e sim de ressaltar a vulnerabilidade da utilização de um só método. O CREPÚSCULO DOS GÊNIOS por Lélio Lauretti GOVERNANÇA CORPORATIVA: O conceito de sustentabilidade emerge do famoso relatório denominado Our common future (Nosso futuro comum), publicado em 1987 e também conhecido como Relatório Brundtland. O documento em questão é uma das referências mais importantes da humanidade sobre o tema desenvolvimento sustentável, tendo resultado das preocupações da Organização das Nações Unidas - ONU - sobre meio ambiente e desenvolvimento. por Mônica Mansur Brandão CRISE, GOVERNANÇA E SUSTENTABILIDADE: A ética pode ser definida como sendo um conjunto de preceitos sobre o que é moralmente certo e errado, mas isso não é tudo: ética é a reflexão sobre a validade de uma linha de conduta, implicando regras - ou regras do jogo - que não se impõem de fora para dentro, mas que emergem do indivíduo ou do grupo de indivíduos que com elas se identificam. DO SINGLE BOTTOM LINE PARA O TRIPLE BOTTOM LINE: por Eduardo Werneck É reconhecida a dificuldade de compreensão pelos profissionais de investimentos quanto aos impactos dos fenômenos ambientais e sociais bem como dos princípios de governança sobre o comportamento das empresas e em especial sobre o desempenho do fluxo de caixa.
ONDE INVESTIR? Se você tivesse R$ 5 bilhões hoje para investir com um horizonte de 20 anos e objetivo de alto retorno onde investiria? Eu digo, na África. por Roberto Gonzalez O continente africano sofreu durante séculos, mais precisamente depois da colonização européia, que na divisão dos novos países constituídos não respeitou as etnias existentes. A independência de vários países no século XX trouxe em conjunto a guerra civil na maioria deles, e ainda tínhamos o absurdo do Apartheid na África do Sul. Ouso dizer que o século XX foi o século perdido para este continente.
IFRS: O IMPÉRIO DA TRANSPARÊNCIA por Jennifer Almeida O processo de convergência contábil já está em andamento e o prazo para as companhias abertas brasileiras se adaptarem às normas contábeis internacionais - IFRS (International Financial Reporting Standards) - chega a 2010. Os desafios são ainda maiores de quando a Lei 11.638 foi promulgada em 28 de dezembro de 2007, pois as empresas precisam correr contra o tempo. VALOR ECONÔMICO Com uma carteira de mais de 400 empresas que veiculam publicidade legal em suas páginas, o jornal Valor Econômico - lançado em 2000 - resolveu criar um produto inédito para oferecer a essa enorme clientela: Comunicação Corporativa. RELEASES
Informações dos releases das companhias devem ser divulgadas da mesma forma, sejam elas desfavoráveis ou não, orienta pronunciamento do CODIM por Jennifer Almeida O sexto Pronunciamento de Orientação do CODIM (Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado) tem como tema de discussão a preparação de releases pelas companhias abertas. Segundo Helio Garcia, subcoordenador do Comitê pelo IBRI e relator do pronunciamento, o release - ferramenta auxiliar na disseminação das informações da empresa - é um complemento que possibilita dar mais informação ao mercado. “Estamos orientando que qualquer assunto que tenha desdobramento seja feito outro release para tirar as dúvidas”, explica. COMISSÃO TÉCNICA DO IBRI
DEBATE A INSTRUÇÃO CVM 202 A Comissão Técnica do IBRI, presidida por Julia Reid Ferretti, está analisando dois temas de grande relevância para os profissionais de Relações com Investidores e mercado de capitais. Um deles é a mudança que está sendo proposta por edital da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para a alteração da Instrução CVM 202. Em paralelo os membros da Comissão debateram as propostas da Câmara Consultiva do Novo Mercado da BM&FBOVESPA e as sugestões já foram enviadas. IBGC LANÇA PROGRAMA DE
CERTIFICAÇÃO DE CONSELHEIROS O Programa de Certificação de Conselheiros IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) lançado, em 13 de março de 2009, será um estímulo a mais para as boas práticas de Governança Corporativa no Brasil, além de aprimorar os membros do Conselho e Diretoria das companhias para o desempenho efetivo em seus cargos. por Rodney Vergili e Jennifer Almeida GUIDANCE NA BERLINDA
De acordo com destacados profissionais de investimentos reunidos recentemente num seminário da IR Society do Reino Unido, as empresas devem ter bastante cautela ao oferecerem guidance para o mercado. Os debatedores concordaram que na atual conjuntura o importante para uma boa comunicação é adotar estimativas conservadoras. Segundo o chefe da pesquisa da Insight, Investment, Nick Anderson: “As pessoas não vão penalizá-lo se você levantar as mão e disser, eu simplesmente não sei. Oferecer uma má orientação (guidance) acaba se voltando contra a empresa; e isso não vale a pena”. Jennifer Walmsley, diretora do gigante fundo Hermes concordou: “Os investidores devem se esforçar mais para entenderem melhor as empresas e parar de serem orientados por elas”. OS ÓRGÃOS REGULADORES E A CRISE
Depois da catástrofe de 1929, amainado o aturdimento geral, foram editadas as leis regulatórias dos mercados de capitais americanos de 1933 a 1934. Uma delas criava a SEC (Securities Exchange Commission) cujo modelo foi depois copiado em todo mundo, inclusive no Brasil em 1976, através da Lei 6.385/76.por Leslie Amendolara Dentre os vários objetivos da criação desse órgão especializado estava coibir fraudes, com poderes de policia do mercado visando punir os infratores, obrigar o registro de toda emissão pública de valores mobiliários, regular os mercados através de normas cogentes e, em especial, exigir amplo disclosure (leia-se transparência) dos atos e fatos ocorridos nas empresas listadas que pudessem influenciar na cotação das ações. |
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Nº 131 • ABR/09 |
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