COM A CRISE, QUAIS OS SETORES QUE MAIS, E QUE MENOS, PERDERAM NA BOLSA? A BA BrandAnalytics Consultoria, selecionou uma lista com as cinqüenta mais valiosas empresas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo. A partir daí, classificou em setores da economia e acompanhou a partir de 31 de Março de 2008 até 12 de Dezembro de 2008 o valor dos preços das ações, antes e durante a crise financeira mundial. O objetivo deste estudo é entender o comportamento dos setores mais importantes que compõe o Ibovespa. INVESTIMENTOS, INOVAÇÃO E CRISE Fundo Monetário Internacional “Logo cedo o diretor chega na empresa e marca uma reunião de urgência com todos os gerentes. Está preocupado com as últimas notícias que ouvira no rádio, a caminho do trabalho, sobre a crise internacional. O discurso de abertura é sincero: “Precisamos nos mobilizar para vencer a crise!!!” Precisamos de soluções inovadoras para superar as expectativas dos nossos clientes!!!”. O diretor está bastante alinhado com as últimas tendências em administração de empresas e, após ler alguns livros e revistas, tem a total convicção de que realmente a inovação é a melhor forma de superar a crise. As justificativas são claras: “Se quisermos nos destacar não podemos seguir a manada, temos que ir para outra direção”, “Só haverá espaço para quem se adaptar rapidamente”. por Adriano Lima O BOM, O BELO E O BARATO
Quem nunca tentou desenhar a sua própria marca? Ou fazer o seu próprio folder no Word com clipart? Ou misturou todas as letras do Power Point num único slide e achou o resultado legal? Quem nunca pensou na facilidade que é retocar a foto da sogra no Photoshop? Quem nunca pediu laminação fosca, verniz localizado, hot stamp e papel especial no seu relatório? Quem nunca se achou designer que atire a primeira pedra. Por Rodrigo Rodrigues LIDERANÇA: Um dos assuntos mais discutidos dentro das organizações hoje é a Liderança. Após algumas transformações na maneira de se fazer gestão, ampliando o foco que antes estava restrito aos negócios para as pessoas e como elas podem e devem trabalhar, essa figura passou a ser o centro motivador de grandes conquistas, uma vez que é capaz de impulsionar o crescimento de outras pessoas e das empresas em que elas se encontram. Mas ainda temos que tomar cuidado para não interpretarmos de maneira errada o que vem a ser a liderança e como exercê-la de modo positivo. por Carlos Cruz
O QUE A CORÉIA PRECISA:
UMA BOA GOVERNANÇA CORPORATIVA Embora eu invista em mais de 20 países, o meu interesse e a minha afeição pela Coréia do Sul são muito especiais. Eu primeiro descobri as oportunidades de investimentos na Coréia quando estava trabalhando como analista cobrindo empresas japonesas no final dos anos 1970. Naquela época, quando perguntadas, as principais empresas japonesas diziam que numa perspectiva de longo prazo, elas estavam mais preocupadas com a potencial concorrência das empresas coreanas do que das já estabelecidas empresas americanas ou européias. por Nicholas Bratt PROGRAMAS DE RI Os detentores de títulos de dívidas são investidores importantes de uma empresa. As empresas emitem títulos de dívidas basicamente pelos mesmos motivos que vendem ações – para financiar os negócios e aproveitar as oportunidades. Os instrumentos de renda fixa, ou títulos de dívidas, são um outro método de captar recursos. As ofertas de títulos de dívidas são freqüentemente realizadas em montantes comparáveis àqueles das ofertas de ações. por William F. Mahoney
EMPRESAS HOLDINGS O verbo to hold em inglês tem os significados de manter, controlar e guardar entre outros. GOVERNANÇA: por Roberto Gonzalez Desde os primórdios da Revolução Industrial - quando as primeiras estruturas empresariais começaram a se formar - o tema gestão passou a ser obrigatório. Com a formação das primeiras grandes companhias industriais, a discussão sobre as melhores condições de trabalho e a não exploração dos trabalhadores cresceu. Mas havia também debates sobre como uma empresa deveria fabricar seus produtos e quais as vantagens deles para a sociedade. Ainda hoje, a discussão é apaixonante.
AGOSTINHO FARIA CARDOSO TRANSIÇÃO NA ÁREA DE RI: CEMIG DÁ EXEMPLO AO MERCADO
Não é a toa que a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) é reconhecida no mercado financeiro pela excelência na área de relações com investidores. A transição ocorrida na área nos últimos dois anos tornou-se um exemplo de como lidar com as expectativas dos investidores e analistas diante de mudanças. por Ana Borges Com o objetivo de evitar que as mudanças prejudicassem a área, a empresa preparou o terreno para a saída de Luiz Fernando Rolla, profissional reconhecido no mercado, da superintendência de relações com investidores. Rolla, que recebeu diversos prêmios por seu trabalho junto ao mercado, foi o responsável pela implantação dos programas de ADR nível I e II na New York Stock Exchange e Nível I de Governança na Bovespa. Dentre os reconhecimentos, o executivo foi eleito, por exemplo, como Melhor Profissional de RI por diversos anos pelas Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) e recebeu o prêmio da IR Magazine (2006). CODIM ORIENTA COMPANHIAS SOBRE O quinto pronunciamento de orientação do CODIM (Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado) sobre Ato e Fato relevante foi divulgado no dia 27 de novembro de 2008 e declara que a informação de ato e fato relevante é aquela que pode influenciar de modo ponderável a cotação das ações e outros títulos emitidos pela empresa, a decisão dos investidores de comprar, vender ou manter esses papéis e ainda a decisão dos acionistas de exercer quaisquer direitos inerentes à titularidade das ações. CARTA DO IBRI SOBRE
A CRISE GLOBAL O IBRI divulgou, no dia 17 de dezembro de 2008, carta sobre a crise financeira internacional. A Carta foi discutida e aprovada pelo Conselho de Administração e Diretoria Executiva do IBRI e está alinhada com a missão do Instituto no aperfeiçoamento e valorização da profissão de Relações com Investidores (RI) em nosso país. O Instituto acredita na importância do RI agir de maneira pró-ativa em momentos de crise, contribuindo, por conseqüência, com o desenvolvimento do mercado de capitais no Brasil. INTELIGÊNCIA DE MERCADO:
USE A SEU FAVOR Não existe momento mais oportuno para se comunicar com a comunidade investidora do que em épocas de crise. É o momento que os representantes do mercado mais precisam e demandam informações e, geralmente, é o momento em que você realmente tem algo importante a dizer. Seja bom ou ruim. por Paulo Henrique Praes CHINA:
INVESTIDORES PREOCUPADOS COM A GOVERNANÇA De acordo com dados do Estudo de Percepção do Investidor - Ásia 2008/2009, da IR Magazine, realizado entre 14 de agosto e 15 de outubro de 2008, os investidores consideram que a China tem as melhores oportunidades de investimentos embora demonstrem sérias preocupações com a governança corporativa e os riscos políticos atrelados aos investimentos naquele país. A pesquisa, que envolveu cerca de 500 analistas buy-side e sell-side e investidores da Ásia e do resto do mundo - que investem na China, Hong Kong, Taiwan, Cingapura, Malásia, Tailândia, Filipinas e Indonésia, revelou que muitas empresas chinesas nem sempre entendem as perspectivas dos investidores, nem avaliam a importância das reuniões e do fornecimento de orientações precisas para o mercado, e isso tem levado a uma queda da confiança dos investidores nos administradores das empresas. O estudo também mostrou preocupações dos investidores com as consequências da atual redução da demanda pelas exportações chinesas para os Estados Unidos e Europa. Na região, o mercado de Cingapura é o preferido em termos de governança corporativa embora o entusiasmo seja menor em termos de potencial de crescimento. TO BRAND OR NOT TO BRAND,
Nesse momento de insegurança, as empresas começam a perceber que a prática de branding também pode se tornar uma questão de vida ou morte para o seu negócio. De certo modo, hoje seria possível traçar um paralelo entre o dilema encarado por Hamlet, naquele momento de crise existencial, contemplando o suicídio, e o atual desafio enfrentado por vários gestores de marcas. Neste momento de insegurança institucional, empresas ao redor do mundo começam a perceber que a prática de branding também pode se tornar uma questão de vida ou morte para o seu negócio.EIS A QUESTÃO! porJeaninne Carvalho Mettes |
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