TWITTER
& INVESTIDORES O Twitter e a atividade de Relações com Investidores parecem ter sido feitos um para o outro. Com agilidade e objetividade, os profissionais de RI podem manter os seus seguidores informados sobre os comunicados e ações tomadas pela companhia, assim como o comportamento dos papéis. Este parece ser o melhor dos mundos, mas cuidado: o uso da mídia social precisa ser bem ponderado e não adianta apenas marcar presença. por Ana Borges ACREDITEM, A VELHA (E BOA) COMUNICAÇÃO AINDA DÁ RESULTADO! “Os tais 140 caracteres refletem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido” - José Saramago, O Globo - 26/07/2009. por Paulo Henrique Praes EMPRESÁRIOS VERSUS EXECUTIVOS
Reflexões sobre Oferta Pública de Aquisição Nos últimos anos houve uma explosão de ofertas públicas de empresas que vieram ao mercado para aproveitar o momento econômico. A rotina da maioria dessas empresas seguiu o ritual definido pelas regras da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), pelos bancos e escritórios de advocacia. Ou seja, o foco ficou nas formalidades legais e muito pouco naquilo que mudaria na vida da empresa.
MARCA É A MÃE!
Marca é como mãe, cada um tem a sua, mas nem todos a tratam como se deve. E se o seu relatório anual é como um albúm de fotos de família pergunte-se aonde deveria estar a imagem da gentil senhora...
OTIMIZANDO O VALOR DOS ATIVOS INTANGÍVEIS
com o monitoramento da percepção dos públicos estratégicos por Eduardo Tomiya Na era dos ativos intangíveis, o presente artigo ilustra o conceito de ativos que geram valor e os que extraem valor para os acionistas. Compreender ambos pode ser crucial para o gerenciamento dos ativos intangíveis da corporação. É na extração de valor de uma empresa que está o valor da marca. UM NOVO MUNDO,
UMA NOVA CONTABILIDADE Acompanhar a evolução do mundo nos últimos tempos não tem sido uma tarefa fácil. Smartphones, netbooks, blogs, twitter, audiobook, TV digital. As notícias giram pelo globo com a velocidade da luz, literalmente. Há uma enxurrada de informações que chegam aos nossos ouvidos, aos nossos olhos, nas nossas caixas de entrada. São torpedos, e-mails, internet com imagem. Mas, como digerir e processar toda essa enorme quantidade de informação? por Enio De Biasi Informação é sinônimo de conhecimento? Ler e tentar assimilar tudo o que nos chega faz com que tenhamos tempo suficiente para nos dedicar àquilo que nos faz crescer e ser feliz? Será que a sensação de cansaço e falta de tempo não é resultado desse bombardeio de informação, fazendo com que nos sintamos confusos e reticentes? COMO A CULTURA DO PAÍS
AFETA O GOVERNO DAS EMPRESAS? Como a herança cultural brasileira, ou seja, nossa cultura impacta a realidade das sociedades por ações nacionais e sua governança? Acreditamos que a resposta a essa pergunta seja abrangente ao ponto de poder ser estendida, com ajustes, a outras empresas brasileiras com características distintas dessas sociedades. por Mônica Mansur Brandão Para ilustrar o ponto, faremos, preliminarmente, breve referência ao pensamento de um importante intelectual brasileiro: o professor Darcy Ribeiro. Nascido em Montes Claros, Minas Gerais, ele foi antropólogo, ensaísta, romancista e político; entre seus livros, destacam-se: Os índios e a civilização (1970), O processo civilizatório (1968), Maíra (1976), Utopia selvagem (1982), Migo (1988), Diários índios (1996) e Confissões (1997). Entretanto, o maior desafio intelectual de Darcy Ribeiro pode ter sido escrever o livro O povo brasileiro (1995). Quando retornou ao Brasil do exílio, Ribeiro pretendia responder a uma pergunta: por que o Brasil ainda não deu certo? Com essa indagação em mente, concebeu um livro sobre a formação do povo brasileiro e as configurações que ele foi adquirindo ao longo do tempo. O arrojado projeto levou anos para ser finalizado, o que ocorreu ao final da vida do autor, vitimado por câncer. PROJETANDO O FLUXO DE CAIXA
SOB A ÓTICA DA SUSTENTABILIDADE Um fluxo de caixa é composto por no mínimo duas partes, se a empresa ainda tem objetivos de crescimento. A primeira parte refere-se ao próprio plano de crescimento que, para algumas empresas é bianual, para a maioria é qüinqüenal e para aquelas empresas com necessidade de olhar prazos bem longos, chega-se porEduardo Werneck TARGETING: a importância de diversificar a base acionária
das companhias por Ana Carla Lopes e Jennifer Almeida O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) promoveu o seminário “Targeting: Como conhecer e gerenciar sua base de acionistas?”, no dia 18 de agosto de 2009, em São Paulo, para debater questões de ordem prática sobre o tema e as ferramentas mais utilizadas pelos RI’s. Vitor Fagá, vice-presidente São Paulo do IBRI, destacou durante a abertura do evento que o objetivo do seminário era discutir não apenas as práticas, mas também algumas ferramentas utilizadas para gerenciar a base de acionistas das empresas. “Gostaria de agradecer em nome do Instituto aos parceiros, patrocinadores e participantes”, completou Fagá. Mark Simms, CEO da Capital Precision, e Ricardo Lanfranchi, Head of Equities Sales Brazil da Barclays Capital, mostraram para os participantes -no primeiro painel- a visão internacional em gerenciamento da base de acionistas com destaque para a utilização dos instrumentos de inteligência de mercado na identificação e classificação dos investidores. MARCA & RELATÓRIO ANUAL
Um relatório do Institute of Practitioners in Advertising (IPA) mostra que as empresas não estão explicando o suficiente sobre a materialidade de sua “Marca” nos relatórios anuais. O guia do IPA - “Best practice in narrative reporting: an international perspective”, é resultado de uma pesquisa global entre as empresas com os maiores gastos de marketing ao consumidor, cujos modelos de negócios são largamente baseados em torno do desenvolvimento e manutenção de suas marcas. “Embora a maioria das empresas destaquem a importância das suas marcas, elas falham no fornecimento de informações ou análises suficientes sobre o sucesso delas”, diz o IPA, que cita apenas dois Relatórios Anuais entre 50 que são a exceção dessa regra. A Reckitt Benckiser é elogiada por vincular “brilhantemente” suas inúmeras marcas à sua estratégia global, enquanto a Procter & Gamble (P&G) recebe aplausos pela incorporação da sua marca por todo o relatório anual e, em particular, pelo forte fato de que ela aparece na carta do Presidente. O relatório chega na medida em que os orçamentos de marketing são crescentemente enxugados em virtude das difíceis condições econômicas. Porém o IPA espera que ele poderá ajudar os “marqueteiros” a desenvolverem uma comunicação mais eficaz de suas marcas com os acionistas. DIGA-ME COM QUEM ANDAS,
QUE EU TE DIREI QUEM SERÁS! Camuflado de novas oportunidades nunca antes vislumbradas, o quinto poder nasce de uma concentração ainda mais poderosa. por Rafael S. Mingone Se estamos discutindo que a condução da economia mundial não pode ficar na mão de poucos e se depois de muito penar, chegamos à conclusão de que necessitamos de um ambiente aberto e propenso ao diálogo, onde todos têm voz − e voz que deva ser ouvida −, o que devemos pensar sobre as grandes fusões e aquisições? Que mercado está se criando? Quem definirá os pontos fortes e fracos se a concorrência resolveu sentar na mesma mesa? Qual o poder de escolha dos consumidores nesse cenário? |
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Nº 136 • SET/09 |
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