Governança & Mercado

CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO DEVEM IR ALÉM DO FINANCEIRO

O desafio à estratégia empresarial está relacionado com a integração do elemento humano o que tem suscitado aspectos que extrapolam a racionalidade estanque das matérias econômicas e financeiras

Nos dias atuais, observamos que os Conselhos de Administração, em sua grande maioria, são compostos por ex-executivos da empresa, profissionais aposentados com grande experiência no segmento de negócio e, principalmente, profissionais advindos de áreas financeiras. Dentro da perspectiva de Gestão Empresarial, é óbvio que esta área de conhecimento é fundamental para entendimento dos resultados da empresa, porém, não é a única! Uma empresa é estruturada sobre mercado, processos, tecnologias e pessoas que levam a um resultado econômico financeiro. Não seria interessante trazer o conceito de complementaridade de saberes para desenvolvermos uma visão integrada da empresa?

O Conselho de Administração é responsável por atividades essenciais como: estratégia, sucessão, risco, avaliação do presidente executivo, remuneração, investimentos e outros similares. Então, por que esta composição reducionista? A ferramenta essencial de trabalho de um Conselheiro é o exercício do Julgamento e o efeito destes julgamentos cumulativos é o que define o fracasso ou o sucesso das suas organizações.


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